sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sobre Gestão Empresarial



Quem já assistiu uma entrevista com WALDEZ LUDWIG? É só entrar no youtube e digitar o nome dessa fera e saberão do que eu estou falando... É um consultor de Gestão Empresarial e que fala, ou melhor dá uma aula com propriedade do assunto... Mas por que falar desse tal de Ludwig agora? Por que eu gostaria muito de mostrar o quanto é importante hoje se pensar em uma empresa inovadora, onde a gerência perde totalmente sua função e cede espaço ao líder...

Waldez Ludwig vai ao programa Sem Censura e dá uma aula de gestão empresarial ao telespectador. Concordo piamente com esse ilustríssimo palestrante quando ele afirma que para uma empresa ser inovadora deve valorizar os seus funcionários, mas não existe uma única forma de valorização, uma vez que o simples ato de reconhecer que o funcionário fez um bom trabalho é sim uma valorização.

No entanto, como disse Ludwig, o problema do funcionário é trabalhar mal por que ganha pouco. O pouco que este funcionário ganha se justifica exatamente pela sua indisposição para o que está fazendo, para o seu comodismo, ou seja, para a falta de especialização.

Outro ponto que merece destaque na entrevista de Ludwig é o fato dele reconhecer que em uma empresa inovadora o gerente perde o seu papel e entra em seu lugar o líder. E o papel desse líder é conhecer melhor o seu subordinado e não um “capanga” como Ludwig informa.

Isso se dá por que atualmente a empresa considerada inovadora se preocupa com o sonho do funcionário, logo tem que ir junto com esse funcionário buscar esse sonho, não pensar somente em lucro, surge daí a importância do líder dentro de uma empresa.

MARCOS

domingo, 2 de maio de 2010

O Simples Ato de Falar

A língua portuguesa não é tão complicada como a maioria de nós achamos, mas seguem algumas regras que são imprescindíveis para a locução. Como exemplo cito o que foi exposto por Ernani Terra, quando o autor informa que "não existe a roupa ‘certa’, existe, isto sim, o traje adequado". Parafraseando-o para o modo de falar, pode-se afirmar então que não existe o modo de falar "certo", o que existem são situações adequadas.

Ou seja, não vamos falar com um doutor da língua portuguesa, por exemplo, como falamos com o bandido que nos assalta na esquina, correto? Podemos ter uma idéia do que aconteceria se assim o fizéssemos, na piada contada acima, pois Rui Barbosa utiliza argumentos para o ladrão, usando a norma culta, o que não é entendido pelo ladrão. (Segue a "piada" na íntegra, logo abaixo).

Por outro lado, sabemos que é difícil falar igual as pessoas com as quais não nos identificamos (extraído do texto “O certo e o errado na fala de Lula”, de Kátia Modesto Valério), mas como no caso do Lula, conforme descrito pela autora, às vezes somos obrigados a nos apropriar de um linguajar adequado, portanto, devemos ter o cuidado e prestar atenção, pelo menos em situações que exijam de nós que falemos adequadamente. (LINK para a leitura: http://www.senalbamg.org.br/senalba/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=81)


A anedota que narra um suposto roubo de galinhas da casa de Ruy Barbosa, em que ele teria dito ao ladrão:

- Não é pelo bico de bípede, nem pelo valor intrínseco do galináceo, mas por ousares transpor os umbrais de minha residência. Se for por mera ignorância, perdôo-te, mas se for para abusar da minha alma prosopopéia, juro pelos tacões metabólicos dos meus calçados que dar-te-ei tamanha bordoada que transformarei sua massa encefálica em cinzas cadavéricas.

Ao que o ladrão responde:

- Seu Rui, é pra levar ou pra largar o frango?


A partir da piada acima, surge a dúvida: quem é o ignorante da vez, O caipira ou o letrado?

Daí surge a necessidade de sabermos que podemos falar o que quisermos, da maneira que quisermos, no entanto, não podemos nunca saber se estamos ou não sendo entendidos. Ou melhor, não podemos na verdade saber que tipo de mensagem foi recebida pelo ouvinte. Essa é a questão.

sábado, 23 de maio de 2009

O Motivo



Não existe um motivo plausível para criar este blog, no entanto, preciso ter um local onde eu possa contar coisas do meu dia-a-dia, que acontecem comigo... Sei lá... Não terá uma constância, mas pretendo sim "desabafar", como nem sempre tenho a Vitória para conversar comigo, sendo a única amiga efetiva que tenho (mesmo que virtual), e que nem sempre está a minha disposição no msn, pretendo narrar, dissertar, comentar aqui o que me faz bem ou me faz mal...


Na verdade, vou deixar acontecer e ver no que dá, né? hehehehe